novembro 3rd, 2008

Promoção de Streaming Audio com ativação imediata!

Os clientes da Engel Hosting contam agora com planos de Streaming de Audio, com o painel WHMSonic.

E na contratação de qualquer streaming de audio superior a 85 ouvintes e com bitrate superior a 64kbps o cliente Engel Hosting, contará com hospedagem gratuita no plano básico.

Promoção com prazo indeterminado para término.

outubro 7th, 2008

Configurando apache+php+mysql Slackware

Introdução

Vou citar a utilização e configuração de alguns pacotes servidores padrão do Slackware.

Vou tentar ensinar como fazer funcionar o MySQL, Apache e PHP.

Vou mostrar como colocar para funcionar em conjunto o MySQL, PHP e Apache.

Aconselho ler o artigo inteiro, mas se quiser fazer só o MySQL funcionar, não haverá problemas.

Os pacotes usados nesse artigo são encontrados facilmente na internet ou mesmo no CD do Slackware, um ótimo site para donwloads seria o LinuxPackages.net.

Utilizando o MySQL

Depois da instalação do MySQL, você ainda tem que configurar pequenas coisas para que o mesmo funcione. Para isso, siga os passos abaixo (usar o usuário root).

Com o comando abaixo você instalara o banco de dados do MySQL:

# mysql_install_db

Com o banco de dados instalado, vamos agora tentar iniciar o MySQL. Isso gerará um erro, pelo que percebi esse erro tem que ser gerado, então, não se preocupe.

# mysqld_safe &
[1] 20429
Starting mysqld daemon with databases from /var/lib/mysql
STOPPING server from pid file /var/lib/mysql/BooM.pid
060626 01:46:46 mysqld ended

Pressione somente a tecla Enter e continue seguindo os passos.

Bom, na verdade não sei explicar o que esse comando faz, mas é necessário, pois sem ele o meu MySQL não funcionou.

# chown -R mysql.mysql /var/lib/mysql

Agora tentaremos rodar o MySQL novamente:

# mysqld_safe &
[1] 21262
Starting mysqld daemon with databases from /var/lib/mysql

Isso significa que o mysql já esta rodando, então agora devemos criar uma senha para utilizarmos no MySQL.

# mysqladmin -u root -p password ’senha_do_mysql’

Bom, quando apertarmos Enter o MySQL irá pedir uma senha, somente aperte Enter novamente.

Importante: caso o MySQL não deixe você inserir uma senha, preste atenção e olhe se ele está realmente rodando. O MySQL só deixará inserir ou trocarmos a senha se ele estiver rodando.

Bom, vamos logar no MySQL.

# mysql -p
Enter password:
Welcome to the MySQL monitor. Commands end with ; or \g.
Your MySQL connection id is 2 to server version: 4.1.14

Type ‘help;’ or ‘\h’ for help. Type ‘\c’ to clear the buffer.
mysql>

Bom, se a mensagem acima aparecer, seu MySQL está pronto para rodar.

Só lembrando, caso tenha que dar um restart no MySQL, pode usar esse comando:

# /etc/rc.d/rc.mysqld restart (citei o restart, mas pode ser o start seguido do stop)

vamos ao próximo passo.

Apache e PHP

O Apache é quem vai interpretar o PHP, esse processo é bem simples. Vou citar aqui o joe, que é o meu editor preferido, mas nada o impedirá de usar outro editor. Iremos só editar uma linha para que o Apache interprete o PHP.

# joe /etc/apache/httpd.conf

Procure pela linha abaixo e elimine o comentário (simplesmente tirar a #).

#Include /etc/apache/mod_php.conf

A linha deverá ficar assim:

Include /etc/apache/mod_php.conf
Como alteramos as configurações do Apache, devemos dar um restart no mesmo para que entre em vigor as as novas configurações.

# apachectl restart
/usr/sbin/apachectl restart: httpd restarted

Caso seu Apache reinicie normalmente, pode começar a esboçar aquele sorrizinho.

Agora, vamos testar para conferir se o Apache está realmente interpretando o PHP. Para efetuarmos o teste, devemos criar um arquivo com o conteúdo abaixo:

<?
phpinfo();
?>
Crie o arquivo com seu editor preferido. Caso esteja usando o joe, Ctrl + k + x salva e fecha.

O arquivo deve estar dentro do diretório /var/www/httpd/.

Salve o arquivo e vamos testar.

Caso você tenha seguido meu exemplo e criou o arquivo acima com o nome de teste.php, abra o navegador de sua preferência e digite na barra de endereços:

http://localhost/teste.php

Você deverá ver a imagem abaixo:

http://imagens.engelhosting.com.br/1.png
Pronto, tudo funcionando corretamente, caso você não visualize a imagem abaixo, reveja os passos do Apache novamente, ok?

Agora, com o navegador aberto no endereço http://localhost/teste.php, vamos procurar as linhas referentes ao MySQL só para confirmar se o PHP está com suporte a ele. Se você seguiu os passos corretamente não haverá problemas, mas confirme porque caso não tenha nada referente ao MySQL o PHP nunca conseguirá efetuar uma conexão.

Procure por algo parecido com a imagem abaixo:

http://imagens.engelhosting.com.br/1.png

Agora que está tudo funcionando, boa sorte com o uso.

Fonte: Viva o linux

outubro 7th, 2008

Otimizando suas consultas SQL.

Um dos recursos mais poderosos na otimização de consultas SQL é a criação de índices em suas tabelas. No MySQL, por padrão a consulta às tabelas é feita de modo seqüencial e isso pode prejudicar e muito o desempenho de seu banco de dados quando o mesmo começa a tomar proporções grotescas e volume muito alto de acessos. Para entendermos a diferença entre uma consulta seqüencial e indexada, vamos a um exemplo prático.

Suponha que temos uma tabela chamada alfabeto e que desejamos encontrar a letra “P”. Podemos então construir a seguinte consulta SQL:

mysql> SELECT letra FROM alfabeto WHERE letra=’P';

Para encontrar a letra “P” de forma seqüencial, o MySQL percorrerá a seguinte lógica:

Posicione o cursor no primeiro registro da tabela:

1> A (A é igual a P? Não, próximo)
2> B (B é igual a P? Não, próximo)
3> C (C é igual a P? Não, próximo)

16> P (P é igual a P? Sim, retorne o resultado)
Levamos um total de 16 acessos aos registros da tabela para encontrarmos o valor desejado.

Agora vamos criar um índice para essa tabela sabendo que a coluna letra, do tipo CHAR(1), é a que nos servirá para encontrar dados:

mysql> CREATE INDEX ind_letra ON alfabeto (letra(1));

No comando acima criamos um índice chamado ind_letra na tabela alfabeto. Este índice está baseado na coluna letra e tem o tamanho de 1 caractere. Agora que temos o índice, vamos usá-lo em nossa consulta ao banco de dados:

mysql> SELECT letra FROM alfabeto USE INDEX (ind_letra) WHERE letra=’P';

Note que apenas adicionamos a sintaxe USE INDEX (nome_do_índice) à consulta. Dessa forma, eis o caminho lógico que o MySQL percorrerá para encontrar a letra desejada:

Posicione o cursor no primeiro índice da tabela (que é a letra do meio do alfabeto):

1> M (M é igual a P? Não, é menor. Então vamos ao próximo índice)
Agora sobraram as letras maiores que M. Qual é o ponto médio entre M e Z?
2> S (S é igual a P? Não, é maior. Então vamos ao próximo índice)
Agora sobraram as letras menores que S e maiores que M. Qual é o ponto médio entre M e S?
3> P (P é igual a P? Sim, retorne o resultado)
Pasmem, usando a lógica de índices o MySQL levou 3 acessos para encontrar a letra P. Gostaram da idéia? Que tal implementar índices em suas tabelas?

Para saber mais sobre índices, leia o capítulo do Manual do MySQL que fala sobre isso:

Fonte: Viva o linux

outubro 7th, 2008

A tônica é verdadeira, não há banco de dados onde não seja necessário manipular campos de data e hora, mas isso acarreta num grave problema com relação à portabilidade do seu projeto. Geralmente os programadores projetam os scripts que manipulam data de acordo com a string retornada pelo servidor, que pode variar de acordo com a configuração de regionalidade do mesmo. Por exemplo, num servidor configurado para mostrar a data de acordo com os padrões americanos, a data é retornada no formato mm/dd/aaaa,no padrão SQL aaaa-mm-aa, no padrão Europeu dd/mm/aaaa e assim por diante.

Imagine que o seu projeto tenha uns 50 scripts que manipulam data de acordo com o padrão americano e você resolve migrar o seu site para um servidor configurado para retornar data no formato dd/mm/aaaa. Bufafa !!! Você precisará alterar o tratamento de string em 50 scripts. Isso é o que chamo de site mal projetado, pois está muito dependente do sistema operacional,sua portabilidade fica prejudicada.

A função DATE_FORMAT()

Para resolver o problema de localidade, o MySQL nos oferece a função DATE_FORMAT(), que nos permite formatar a saída do valor do campo data de acordo com uma string de formatação pré-definida. Vamos criar uma tabela para ver um exemplo prático:
CREATE TABLE tblteste (
campoData timestamp
);

INSERT INTO tblteste VALUES (now());

SELECT DATE_FORMAT(campoData,’%d/%m/%Y’) FROM tblteste;
No exemplo acima criamos a tabela tblteste, inserimos um registro com o valorda data atual do sistema e selecionamos o campoData no formato dd/mm/aaaa.Se quiséssemos que a data saísse no formato aaaa-mm-dd, por exemplo, poderíamos ter usado DATE_FORMAT(campoData,’%Y-%m-%d’). Os especificadores de formato estão sempre na forma %[char]. Na tabela abaixo temos uma lista de todos os especificadores de formato e seus respectivos significados:

Especificador Descrição
%M Nome do mês (January..December)
%W Nome do dia da semana (Sunday..Saturday)
%D Dia do mês com o sufixo em Inglês (1st, 2nd, 3rd, etc.)
%Y Ano, numérico, com 4 dígitos
%y Ano, numérico, com 2 dígitos
%a Nome do dia da semana abreviado (Sun..Sat)
%d Dia do mês, numérico (00..31)
%e Dia do mês, numérico (0..31)
%m Mês, numérico (01..12)
%c Mês, numérico (1..12)
%b Nome do mês, abreviado (Jan..Dec)
%j Dia do ano (001..366)
%H Hora (00..23)
%k Hora (0..23)
%h Hora (01..12)
%I Hora (01..12)
%l Hora (1..12)
%i Minutos, numérico (00..59)
%r Horário, 12 horas (hh:mm:ss [AP]M)
%T Horário, 24 horas (hh:mm:ss)
%S Segundos (00..59)
%s Segundos (00..59)
%p AM ou PM
%w Dia da semana (0=Domingo..6=Sábado)
%U Semana (00..53), onde Domingo é o primeiro dia da semana
%u Semana (00..53), onde Segunda é o primeiro dia da semana
%% Caractere `%’.
outubro 7th, 2008

Segurança em seus dados.

Senhas seguras

Este é o ponto fraco da maior parte dos usuários, que utilizam senhas fáceis como nome da mãe, pai, namorada(o), data de nascimento, etc. Lembro-me de um caso onde o jovem estava desconfiando que sua namorada andava com outro. Ele teve que digitar diversas senhas fáceis seguindo os gostos da namorada para tentar acessar o e-mail dela e, bingo, a senha era justamente o nome da antiga rua que ela residiu; e lá estava um monte de declarações de amor do amante.

Portanto utilize senhas seguras misturando letras, números e caracteres especiais. Vou descrever alguns exemplos de senhas seguras:

#$r1qa*pud
o*uhgTRD%$3.,
U89s%tsgg7@3
%s*bHj98>,;Çoj

Este foi um breve resumo dos cuidados que deveremos tomar quando nossas informações trafegam pela internet. Lembre-se que a melhor forma de deixar um PC seguro é não ter internet. Procure sempre ter um antivirus, scan trojan, não adianta você ter uma senha segura, sendo que o seu sistema existem keyologgers/trojan que podem registrar todos os seus dados e enviar para o “criminoso”, lembre-se que a segurança começa no seu próprio computador.

Fonte: Viva o linux

Considerações: Engel Hosting

outubro 7th, 2008

Windows de 64 bits começa a mostrar a cara.

Cinco anos depois de AMD apresentar seu chip X64, o Windows X64 começa a se espalhar.

Na época do lançamento do Windows Vista, recomendei aos leitores da INFO que não instalassem a versão de 64 bits, também conhecida como X64. Havia boas razões para isso. Se o Vista de 32 bits tinha (e ainda tem) problemas de compatibilidade, no X64 eles eram muito maiores. No início do ano passado a escassez de drivers X64 era enorme e praticamente ninguém rodava essa versão mais robusta do Vista. Na prática, sistema operacional de 64 bits era coisa de servidor. Mas a situação parece estar mudando rapidamente.

O diretor da Microsoft Chris Flores diz que, nos Estados Unidos, a parcela de micros com Windows Vista que rodam a versão X64 triplicou no segundo trimestre deste ano, indo de 1,45% para 5,18%. Os números indicam que cerca de 20% dos PCs vendidos nos EUA no segundo trimestre rodam o Vista X64. Considerando o mundo inteiro, a porcentagem correspondente ao X64 mais que dobrou. É só uma questão de tempo até que essa tendência chegue ao Brasil.

Além dos 4 GB

O fato é que a computação de 64 bits está demorando para se popularizar nos PCs. A AMD apresentou seu primeiro processador com esse recurso em 2003. O principal benefício de mudar de 32 para 64 bits está no aumento da quantidade de memória que pode ser usada pelo sistema e pelos aplicativos. As versões de 32 bits do Windows Vista suportam até 4 GB de memória. O Vista Home Basic X64 suporta 8 GB e o Home Premium X64, 16 GB. As versões Business, Enterprise e Ultimate de 64 bits são capazes de endereçar até 128 GB de memória. O preço do gigabyte de memória tem caído e, como conseqüência, os micros começam a sair de fábrica com mais memória. Nos EUA, 4 GB já virou a capacidade padrão da maioria dos PCs novos.

No Brasil, ainda há micros sendo vendidos com apenas 1 GB. Mas sabemos que pelo menos 2 GB são necessários para ter um desempenho aceitável com o Windows Vista. Quem roda aplicativos de edição de imagens ou vídeo vai precisar de mais para ter boa velocidade. Embora os sistemas operacionais de 32 bits sejam supostamente capazes de endereçar até 4 GB (e até mais no caso dos servidores), isso nem sempre funciona na prática. Chipsets e placas de vídeo reservam parte do espaço endereçável de memória para seu uso. Assim, mesmo que o micro tenha 4 GB de memória física, em muitos casos o Windows não consegue usar toda essa memória. O limite prático fica em torno de 3 GB.

Photoshop & cia.

Os benefícios do sistema operacional de 64 bits são maiores ao trabalhar com arquivos grandes. É o caso de quem edita vídeo ou fotos em alta resolução. As empresas que produzem aplicativos para essas áreas têm se mexido para oferecer suporte a sistemas de 64 bits. Essa é uma das novidades do recém-lançado Photoshop Lightroom 2.0, da Adobe, por exemplo. A empresa diz que ele suporta plenamente tanto o Mac OS X como o Windows Vista de 64 bits.

O Photoshop CS4, que ainda está em desenvolvimento, também terá essa característica. John Nack, da Adobe, diz que só a mudança para 64 bits já deve trazer um ganho de velocidade entre 8% e 12%. O ganho de desempenho pode ser muito maior se  a máquina for configurada com mais de 4 GB de memória. Num PC com 32 GB, certas operações com fotos em alta resolução ficam dez vezes mais rápidas, diz a Adobe. O editor de vídeo Vegas Pro, da Sony, também deve ganhar, em breve, uma versão de 64 bits. E outros aplicativos devem vir na seqüência.

Chegou a hora?

Para a maioria dos usuários, ainda não é hora de pular de cabeça nos 64 bits. Ainda faltam drivers X64, especialmente para equipamentos mais antigos. Quem tiver um scanner ou uma placa de vídeo de dois anos atrás talvez não consiga usá-lo com o Windows X64. Mas quem for comprar um micro avançado novo já pode pensar numa máquina com 4 GB de memória com Windows Vista X64. A tendência é que os micros mais poderosos — seja para aplicações profissionais ou para jogos — passem a ser configurados dessa maneira.

Fonte: Revista INFO

outubro 7th, 2008

VMware Server 2.0: PCs virtuais a custo zero!

Nome de maior destaque na tecnologia de virtualização, a VMware decidiu oferecer de graça um servidor de máquinas virtuais, o VMware Server. A intenção é mostrar os benefícios dessa tecnologia e preparar empresas pequenas e médias para o ESX, seu servidor corporativo. O VMware Server 2.0, ainda em fase beta, ganhou novas funções na interface de administração web. Instalado num servidor, ele permite o acesso às máquinas virtuais via browser.

Máquinas no browser

Disponível para Windows ou Linux, o VMware Server 2.0 traz como uma das principais diferenças, em relação à versão 1.0.5, a capacidade de rodar máquinas virtuais e acessá-las pelo browser, na máquina em que o Server está instalado ou em outra qualquer na mesma rede. Qual a diferença entre o Server e o VMware Workstation? A primeira distinção está no preço. O Workstation é um produto pago, enquanto o Server é fornecido de graça. Além disso, o Workstation é uma aplicação para o desktop, voltada para o teste de sistemas e aplicativos. O Server, por sua vez, é um servidor de máquinas virtuais com vistas à montagem de uma infra-estrutura permanente.

Memória de 8GB

Um destaque do VMware Server 2.0 é a interface web de gerenciamento. Na versão anterior, já havia uma interface web, ao lado de outra, que não usava recursos da internet. Agora, o único acesso à administração é feito via browser. Para alguns usuários da versão 1.0, a interface web tem a vantagem da unificação (é a mesma em qualquer lugar), porém é um pouco mais lenta que o acesso direto à aplicação.

Na central de administração, o usuário cria um console independente para cada máquina virtual. Pode-se até criar ícones de atalho para cada um desses consoles, que podem ser acessados em qualquer máquina da rede, inclusive o servidor, via browser. Entre outras novidades, as máquinas virtuais agora dão suporte a USB 2.0 e podem ter, cada uma, até 8 GB de memória.

64 micros virtuais

Se houver hardware suficiente, é possível abrigar no servidor até 64 máquinas virtuais simultâneas. Essas máquinas já suportam as versões mais recentes dos sistemas operacionais, como todas as versões do Vista, Windows Server 2008, Red Hat, SUSE e Ubuntu. Vale citar também um novo recurso, que é o suporte à VIX API 1.2. A VIX API é uma interface de programação que permite automatizar operações de máquinas virtuais. Roda no VMware Server e no Workstation e aceita várias linguagens como C, Perl, Visual Basic, VBscript e C#.

Administração

O INFOLAB analisou o programa instalando-o num micro com o Windows Vista. A instalação é muito simples. No Vista, foi necessário fazer apenas um ajuste: desabilitar o controle de conta de usuários. Há ainda outro requisito: a conta precisa ter senha definida e o usuário deve ter poderes de administrador. O aplicativo instala um ícone no desktop do sistema, o VMware Server Home Page, que dá acesso à interface web de administração. Nessa tela são criadas e gerenciadas as máquinas virtuais. Assim como no VMware Workstation, cada máquina precisa ser criada e instalada. Além de indicar a criação de uma máquina para o Ubuntu, ou o Windows XP, é necessário instalar o sistema, usando um CD ou arquivo ISO.

Usuários

A tela de administração apresenta, à esquerda, a lista de máquinas virtuais instaladas. À direita, aparece um sumário da máquina virtual (MV) selecionada, com informações sobre o hardware e outros recursos. A janela tem abas que mostram os eventos da MV, a lista de usuários autorizados a executá-la e ainda o console. Com um clique no console, abre-se a máquina virtual, que se apresenta numa tela independente e não tem características de janela de browser. Ali, o usuário pode executar todas as operações do sistema operacional virtualizado, inclusive a instalação de aplicativos.

Na rede

Para acessar o VMware Server em outro micro da rede, é preciso abrir o browser e digitar o IP do servidor, usando a porta 8333. Por exemplo: https://192.168.1.17:8333. O VMware pede login e senha. O que aparece para o usuário é a interface de administração. Ele pode escolher uma máquina virtual e executá-la no servidor. Como a operação se faz via browser, não importa o sistema operacional em que o Server está instalado. No INFOLAB, controlamos máquinas virtuais hospedadas no Windows usando uma estação Ubuntu. Quando se tenta ativar uma MV pela primeira vez numa estação de rede, o browser pede para instalar um plug-in chamado VMware Remote Console.

Além de funcionar como uma demonstração dos recursos da virtualização, o VMware Server 2.0 pavimenta o caminho de empresas pequenas e médias para o ESX, o servidor corporativo da VMware. Fornecido gratuitamente, ele não faria sentido, não fosse essa intenção. A prova está aqui: com o VMware Server, o usuário pode criar MVs compatíveis com o ESX e mesmo transferi-las para esse servidor.

ESX para os grandões

O VMware Server tem um objetivo: conquistar pequenas e médias empresas para a virtualização. Para as grandes companhias, o produto da VMware é o ESX. O Server é uma aplicação Windows (ou Linux). O ESX é um sistema independente que roda no hardware do servidor.

Fonte: Revista INFO

outubro 4th, 2008

Recursos disponíveis em nossos planos de hospedagem

HTML, PHP e Ruby on Rails.

  • Nome do domínio próprio
  • Acesso ao site com e sem www
  • Conteúdo livre (exceto conteúdo pornográfico e conteúdos que infrinjam lei)
  • Sem taxa de setup
  • Velocidade surpreendente Gerenciar
  • Painel de controle para e-mails
  • Suporte HTML, PHP4/5, CGI/Perl
  • Proteção completa nos bancos de dados
  • Relatório de visitas diárias ao vivo em português
  • Planos especiais para empresas de web e seus clientes
  • Sistema Operacional Red Hat/Fedora Linux
  • E-mails com redirecionamento, alias e auto-responder
  • Página de erro configurável
  • Processador de formulários CGI
  • Diretório protegido por senha
  • Banco de dados MySQL com phpMyAdmin
  • Banco de dados PostgreSQL com phpPgAdmin (plano Intermediário acima)
  • Scripts pré-instalados (Fantástico).
  • Construtor de sites, Click Be! (plano Intermediário acima)
  • Proteção Hotlink
  • Sistema anti-spam
  • Sistema de antivírus
  • Frontpage extensões
  • Zend Optimizer
  • Ruby on Rails (plano Intermediário acima)
  • Ruby 1.8.6, Rails 2.0.2, Mongrel 1.1.5, FastCGI (plano Intermediário acima)
outubro 3rd, 2008

Ativação imediata com 7 dias gratuito e desconto em contratos!

Os futuros clientes da Engel Hosting poderão contratar qualquer plano de hospedagem com ativação imediata e contarão com até 7 dias para efetuar o pagamento e também terão 5%, 10% e 20% de desconto ( 6 meses, 12 meses e 24 meses respectivamentes ) na contratação de quaisquer planos de hospedagem e servidores dedicados.

outubro 3rd, 2008

Promoção de Servidores Dedicado para alta demanda de transferência!

Estamos com uma grande promoção de duas configurações de servidor dedicado para alta demanda de transferência.

1ª Configuração:
Pentium DualCore 2GHZ
1GB Ram
HD 320GB
Transferência Mensal 3TB (3000GB)
Apartir de R$480,00/Mensal sem cPanel

2ª Configuração
Core 2 Quad 2.4GHZ
2GB Ram
HD 320GB
Transferência Mensal 3TB (3000GB)
Apartir de R$695,00/Mensal sem cPanel

Caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco, abrindo um ticket em nossa área de Suporte ou em nosso Atendimento ao vivo na área de Suporte.